Edições anteriores

  • FLUSSER 100 anos: ideias e inspirações
    v. 4 n. 8 (2020)

    O número 8 da Revista PAULUS homenageia Vilém Flusser, techeco naturalizado brasileiro, por ocasião do centenário natalício neste ano de 2020. O trabalho de Flusser articula ciência,  arte,  crítica  midiática, tecnologia e comunicação, e se mantém no interesse de pesquisadores e estudiosos da mídia, imagem e dos aspectos tecnológicos contemporâneos no Brasil e no mundo. Sua obra é universal e de altíssima relevância para pensar os atuais cenários da sociedade e da  comunicação.
  • Ativismo: Comunicação e mobilizações em rede
    v. 4 n. 7 (2020)

    A Revista PAULUS, em seu sétimo número, assume como tema central as novas formas de ativismos engendradas pelo advento das tecnologias de comunicações digitais e em rede. Esses novos ativismos estão diretamente ligados ao objetivo de defesa, de luta por reconhecimentos ou  reivindicação  de  direitos  em  geral.  Com o advento da internet, o ativismo passa a alcançar uma dimensão ampla de comunicação, informação, visibilidade e adesão de pessoas em diversos ramos da sociedade. Desse modo, passa a se organizar em rede e ter uma abrangência global, unindo grupos de diversos interesses e localidades em direção a um objetivo comum.  
  • Comunicação: desafios e perspectivas do jornalismo
    v. 3 n. 6 (2019)

    A Revista PAULUS em seu sexto número traz como tema central a Comunicação: desafios e perspectivas do jornalismo. O jornalismo enfrenta uma crise diferente das tantas que passou em tempos idos. Hoje, o comportamento de consumo de informação sofreu um deslocamento: as pessoas se relacionam de forma diferente com o advento da internet e têm em suas mãos outras possibilidades de acesso à informação que, de alguma maneira, passam a ideia de ser um tipo de mediação capaz de substituir o jornalismo em sua essência.
  • Teorias da Comunicação: o status da questão
    v. 3 n. 5 (2019)

    A Revista PAULUS, em seu quinto número, assume como tema central as Teorias da Comunicação: o status da questão. A palavra teoria, de origem grega e latina, remete-nos à ação de especular, estudar o que para nós, contemporâneos, é a arte de pesquisar. A teoria constitui-se de ação racional, um constructo da inteligência que se põe a ver num conjunto maior certos fenômenos e os explica com o uso da razão. O fenômeno a ser observado aqui é o da comunicação. Partindo do fenômeno comunicacional hoje, ou seja, colocando no centro da questão a comunicação em si daí a pergunta O que é a comunicação?, debruça-se por caminhos (métodos) e episteme na compreensão desse fenômeno. O fenômeno do que é a comunicação em si é o que faz a teoria existir como explicação desse fenômeno, o que implica mudanças da teoria, de seu método e, por conseguinte, de sua episteme.
  • Comunicação, política e religião: as relações sociais na contemporaneidade
    v. 2 n. 4 (2018)

    Comunicação, política e religião: as relações sociais na contemporaneidade.Em seu dossiê, Fake news, política e opinião pública, Milton Meira do Nascimento apresenta o fenômeno das fake news e suas relações com a concepção mais frequente de política e de ação política, apontando seu impacto na opinião pública e o papel desta na construção do espaço público e também no avanço do debate sobre a construção da democracia.Esta quarta edição compõe-se ainda de seis artigos que tocam em questões distintas da Comunicação, da Política e da Religião.
  • Comunicação: os desafios emergentes na América Latina
    v. 2 n. 3 (2018)

    O número 3 da Revista PAULUS nos convida a refletir sobre “Comunicação: os desafios emergentes na América Latina”, articulando as ciências da comunicação com outros saberes. Essa mudança de perspectiva nos estudos da comunicação é salutar para quebrar o eurocentrismo de sua epistemologia. Trata-se de uma mudança fundamental para a compreensão dos fenômenos típicos do Brasil e dos países vizinhos.
  • Comunicação e democracia: problemas e perspectivas atuais
    v. 1 n. 2 (2017)

    Um dos temas centrais da sociedade contemporânea occidental tem sido a democracia. O Ocidente se ergue desde a Antiguidade grega, tendo por um de seus horizontes a democracia e a modernidade foi decisiva para a consolidação da democracia em torno da ideia de indivíduo, sociedade e Estado. Por outro lado, desde as praças gregas, um dos elementos essenciais à existência da democracia é a comunicação. Democracia e comunicação têm se entrelaçado na constituição do mundo ocidental e ambas têm passado por profundas transformações. Na praça grega a palavra fez-se presente para constituição da democracia e da comunicação; o mundo moderno inaugurará a era da imprensa, do rádio, da televisão e no mundo contemporâneo a internet impactará profundamente a forma de se fazerem a democracia e a comunicação. O Segundo número da Revista PAULUS se detém sobre essa problemática.Comunicação e democracia: problemas e perspectivas atuais.
  • O Humano e a técnica: a questão da comunicação
    v. 1 n. 1 (2017)

    O homem e a sociedade contemporânea acostumaram-se com os aparatos de comunicação, com as tecnologias e a constante e rápida atualização dos meios. Todos os ambientes da sociedade estão recobertos pela presença desses aparatos, sempre mais atraentes. A prova mais palpável disso é o celular, com seus aplicativos que prometem resolver tudo. a conhecida sociedade em rede, da conexão.