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12º Simpósio de Comunicação

Sobre o evento

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Mesa 1 – 19/08 – 19h30

 

Abertura:

Apresentação do Coletivo Balbúrdia,  coletivo  que surgiu a partir do curso de Poesia Expandida oferecido pela Casa das Rosas. 

 

Mesa 01 – Comunicação e Direitos Humanos

Ementa: Nos últimos anos, houve a sucessão de episódios de violência que chocaram o Brasil e tomaram conta das manchetes. Mas eles se mesclam às cenas cotidianas de crianças trabalhando nas ruas, de famílias morando nas ruas, de feminicídio, de racismo e de homofobia. Em paralelo, as mídias sociais aumentam a fervura e a tensão no país. Os meios de comunicação, da indústria jornalística às mídias alternativas, têm papel relevante não só na divulgação e explicação dos fatos, mas também na formação da cidadania, da cultura de paz e na conscientização sobre os direitos humanos. 

 

Prof. Dr. José Vicente

Reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, instituição de caráter comunitário e sem fins lucrativos, com 15 anos de existência, contribuindo com a inserção de jovens negros no ensino superior e no mercado de trabalho. Também é presidente fundador da ONG Afrobras, que trabalha pela inserção dos negros brasileiros na sociedade. É Advogado, Doutor em Educação e Mestre em Administração e Direito.

 

 

Profa. Dra. Bianca Santana

No doutorado em ciência da informação, na Universidade de São Paulo, pesquisa a escrita autobiográfica de mulheres negras. É colunista da revista Cult. Consultora de projetos em instituições públicas e privadas nas temáticas de gênero, raça, relações raciais, escrita, educação, cultura digital. Com experiência docente no ensino superior e na educação básica, facilita cursos, workshops e oficinas. Palestrante em eventos nacionais e internacionais. Autora do livro Quando me descobri negra.

 

 

Mediador: Prof. Dr. Alexandre Barbosa (FAPCOM) 

 

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Mesa 2 – 20/08 – 8h

 

 

Ementa: A dinâmica dessa mesa tem por objetivo discutir os principais aspectos que caracterizam as políticas públicas e ações de prevenção da violência e promoção da cultura de paz, dando ênfase ao papel da comunicação nesse processo.   A violência é um fenômeno extremamente complexo, consequência de muitas causas e que afeta o dia a dia de toda sociedade produzindo efeitos danosos a qualidade de vida, saúde e o bem-estar das pessoas.  O caminho para o enfrentamento do problema exige o envolvimento de todos os segmentos da sociedade e do governo, sendo a comunicação elemento fundamental para o entendimento, controle e a difusão de ações voltadas para paz.  A comunicação tem um papel estratégico, tanto

 

Apresentação dos 3 coletivos:

  • Mães de Maio

Débora Maria da Silva é ativista dos direitos humanos brasileira, fundadora do movimento Mães de Maio, que denuncia e apura independentemente casos de violência policial no Brasil. Ela defende a desmilitarização da polícia[3] e é contra a redução da maioridade penal. Decidiu liderar a fundação do movimento Mães de Maio, em 2006, após policiais assassinarem seu filho, o gari Edson Rogério Silva dos Santos, de 29 anos, em um posto de gasolina, em Santos. O Mães de Maio surgiu inicialmente contra a impunidade dos policiais envolvidos nas chacinas de maio de 2006, mas atualmente participam do movimento familiares de vítimas de outros episódios de violência policial no Brasil.

Em 2016, por conta de sua atuação em defesa dos direitos humanos, foi agraciada com o prêmio “Dandara dos Palmares”, pelo Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra (CMPDCN) e pela Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial e Étnica (Copire) da Prefeitura de Santos. Em 2013, foi homenageada com o Prêmio Direitos Humanos, na categoria “Enfrentamento à violência”.

 

 

  • Projeto Rede Rua

Alderon Costa tem experiência na área de Educação e comunicação. Formado em Filosofia e  Comunicação Social, com especialização em Jornalismo. Colabora com os projetos da Associação Rede Rua, editor do Jornal “O Trecheiro”, fotógrafo e sócio-fundador da Organização Civil de Ação Social – OCAS que pública a revista de rua, Ocas”.

 

 

Alderon Costa junto com Lenir Albuquerque e Arlindo Dias (SVD), criaram, em 1989, um serviço que atendesse a população de rua, de modo que criaram um Centro de Documentação e Comunicação dos Marginalizados (CDCM) que inicialmente era localizado na torre da igreja do Bom Jesus do Brás. Em 1990 a Rede Rua assina o primeiro convênio com a Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP), para tanto, toma como empréstimo a pessoa jurídica do Centro Social Parque Fernanda.

A Rede Rua promove a inclusão social e a busca por cidadania da população em situação de rua através da comunicação.

 

 

  • Ponte Jornalismo

Fausto Salvadori é jornalista há 20 anos. Repórter, editor e um dos fundadores da Ponte Jornalismo. Um dos autores do livro “Mães em Luta – Dez anos dos Crimes de Maio de 2006” (2016). Menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos de 2013, por reportagem sobre a ditadura militar publicada na revista Apartes, da Câmara Municipal de São Paulo. Escreveu em veículos como Agência Pública, Vice, Trip, Galileu, Agora SP, Revista Adusp, Metro e Jornal da Tarde, entre outros.

 

 

Mediador: Prof. Me. Sérgio Andreucci (FAPCOM)

 

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Mesa 3 – 20/08 – 19h30

 

Ementa: O tema da mesa tem por objetivo discutir a comunicação humanitária como ferramenta de alerta paras as crises humanitárias presentes nos dias atuais, dando um foco para a situação dos refugiados que necessitam de amparo e de políticas públicas que os acolham. Há uma emergência em promover diálogos de paz que levem a uma conscientização maior em torno das crises de países em guerra que forçam deslocamentos em massa de populações.

 

Luciana Capobianco – Movimento Estou Refugiado

O Movimento Estou Refugiado nasceu da convicção de que a questão dos refugiados está envolta em uma densa nuvem de desinformação e preconceito. Éramos no início apenas duas pessoas – Gisela Rao e Luciana M G Capobianco – mas hoje já somos dezenas – e continuamos crescendo. Você está convidado a se juntar a nós para dar voz, visibilidade e dignidade a esse enorme contingente de pessoas – já são mais de 87 mil refugiados no Brasil, lembra? – que precisam muito do nosso apoio e da nossa compreensão.

 

Patrícia Campos de Melo (Folha de S.Paulo)

Repórter especial e colunista da Folha de S.Paulo, cobre relações internacionais, economia e direitos humanos há 18 anos. Já esteve em quase 50 países fazendo reportagens. É formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo e tem mestrado em “business and economic reporting” pela Universidade de Nova York, onde recebeu bolsa de estudos da universidade. Esteve algumas vezes na Síria, Iraque, Líbia, Turquia e Quênia fazendo reportagens sobre refugiados. É autora de Lua de Mel em Kobane (Companhia das Letras, 2017), em que conta a história da guerra contra o Estado Islâmico na Síria através do olhar de um casal de refugiados que conheceu na Síria. Foi a única repórter brasileira a cobrir a epidemia de ebola em Serra Leoa em 2014 e 2015. Foi correspondente em Washington do jornal Estado de S. Paulo de 2006 a 2010. Fez coberturas sobre a crise econômica nos EUA, cobriu as eleições de 2008, 2012 e 2016; a guerra do Afeganistão em 2009, “embedded” com as tropas americanas, entrevistou o presidente George W Bush na Casa Branca. Cobriu também os atentados de 11 de setembro em Nova York, em 2001. Foi vencedora do Prêmio Petrobrás, Prêmio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para jornalismo humanitário, Prêmio Folha e Prêmio Estado.

 

Mediadora:  Profa. Dra. Cilene Victor (FAPCOM) 

 

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