É possível ser feliz sozinho?

17 de setembro de 2016

Larissa Costa


felicidade_3

Durante toda nossa vida aprendemos que precisamos namorar e casar para sermos felizes. O amor romântico existe como solução à maior parte dos problemas que temos.

Claro que, ter alguém para dividir esses problemas é incrível, assim como alguém para nos confortar, fazer-nos rir, etc. A grande questão é: será que este é, verdadeiramente, o único modo de ser feliz?

Um estudo feito pela psicóloga Yuthika Girme na Universidade de Auck­land, concluiu que a resposta é não (necessariamente). A pesquisa realizada com neozelandeses de 18 a 94 anos, demonstrou que se pode buscar intimidade (estar em um relacionamento amoroso com alguém), ou querer evitar conflitos diversos (não se envolvendo intimamente com alguém).  Isso independente do gênero ou momento da vida em que estas pessoas se encontram.

love-bench-wallpaper
“Mesmo as melhores relações podem ser difíceis e expor o indivíduo a mágoas e decepções”, revela a pesquisadora. Lembre-se: isso também não significa que você precisa largar seu(a) parceiro(a) para ser feliz. Depende de cada um descobrir como se sente melhor. Pode ser que seu momento seja de aproveitar a si mesmo, descobrir mais hobbies, conhecer outros lugares e pessoas, dedicar-se à família, amigos e projetos particulares. Ambas as situações – solteiro ou em um relacionamento – fazem parte da vida. O que não pode ocorrer é você estar em uma dessas condições por medo.

a3b299_f9ea0bc65efd49fc867317d5ff3bbe4d

As pessoas que gostam de estar sozinhas “reaprendem a explorar outros laços afetivos, porque usufruem de total controle sobre as suas vidas e, fundamentalmente, porque não estão dispostas a comprometer-se com quem não as mereça. E essa é uma escolha emocionalmente inteligente. A maior parte das pessoas é mais feliz se viver uma relação amorosa que seja geradora de satisfação. Mas a resposta à pergunta que dá título a este texto é: SIM! É possível ser feliz sozinho. E, às vezes, estar sozinho é a escolha mais inteligente para que, mais cedo ou mais tarde, se possa voltar a amar”. Essa é a resposta da psicóloga Cláudia Morais a seu texto (de mesmo nome deste) em seu portal.

Portanto, não se esqueça: ter alguém especial para conviver é importante, mas também faz parte entender como você próprio se mantém feliz.

Twitter
Instagram

Flickr

Henry Carroll na FAPCOM

Facebook