Começa a XVI Bienal Inernacional do Livro Rio

3 de setembro de 2013

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A XVI Bienal Internacional do Livro Rio teve início no último dia 29. Homenageando a Alemanha nesta edição – em comemoração ao ano da Alemanha no Brasil –, o evento reúne uma enorme gama de autores da literatura brasileira e internacional para interagir com um público das mais diversas idades.

Ao todo, são cerca de 100 sessões de debate e bate-papo. A Bienal Rio também traz um espaço dedicado aos jovens. Com a proximidade da Copa do Mundo no Brasil, a literatura relacionada ao futebol foi um dos destaques. Um salão inédito de negócios para profissionais do mercado literário ganhou notoriedade.

O número de autores estrageiros nesta edição é recorde: 29. Entre os destaques está Nicholas Sparks, com diversos títulos conhecidos do público e que foram adaptados para o Cinema, como “Um Amor para Recordar”, “Querido John” e “O Melhor de Mim”, que será lançado em 2014.

O Porta dos Fundos, um canal de humor e entretenimento do YouTube, bastante conhecido do público, também participa da Bienal Rio. No último domingo, seus integrantes lançaram “Porta dos Fundos – O Livro”, em um encontro em que a principal abordagem dirige-se aos hábitos de consumo e transformações nas culturas juvenis.

A Bienal Rio acontece até o próximo domingo, 08 de setembro. Para mais informações, acesse o site oficial.

A Editora Paulus, fundadora e mantenedora da FAPCOM, está presente no evento deste ano, e conta com as seguintes novidades:

Lançamentos:

O Mistério de Troia

Rosa Formosa

Destaques:

A filha da vendedora de crisântemos

Comunicação ambiental: Reflexões e práticas em educação e comunicação ambiental

Jorge, o amado escritor

Capoeira Camará

Histórias de Fogo

Na área de Comunicação, a Paulus lançou o livro Ser Jornalista no Brasil: crises do jornalismo e do jornalista estão sendo constantemente anunciadas neste início do século XXI. Apesar de tratar de momentos importantes de instabilidade e tensão, esta obra chama a atenção para o fato de que a identidade jornalística se dá menos pela permanência de critérios tidos como decisivos para o reconhecimento da profissão, e mais pelo incessante devir de processos pelos quais essa identidade vai sendo negociada e construída.

 

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