5 dicas de sobrevivência na vida de um assessor de imprensa

2 de abril de 2018

por Fernanda Iarossi


No bate-papo com alunos do primeiro semestre de Jornalismo, Luiz Fernando Valloto, da Sing Comunicação de Resultados, enumerou situações importantes que todo assessor deve lembrar-se e ter jogo de cintura:

> Relacionamento é tudo: insistir em conhecer os meios de comunicação importantes para divulgar o seu cliente e os jornalistas que atuam neles tem que persistir na rotina;

Assessor de imprensa tem que ser cara de pau (com jeitinho): na hora de fazer o follow up (ou FUP), tem que perder a vergonha de perguntar se o jornalista recebeu o e-mail ou convite, se ele precisa de mais informações ou alguma ajuda, mesmo que ele faça pouco caso ou ameace a encurtar o papo (ou ainda, desligar na sua cara);

Ensinar, ensinar, ensinar: tem cliente que não faz a mínima ideia de como funcionam os meios de comunicação, e aulinhas básicas sobre jornalismo têm que rolar para ensinar o assessorado (pode ser uma espécie de versão leve, mais compacta do media training);

Paciência para aprovações e visão para planejar tudo dentro do tempo: se o relise tem que passar por um, dois, três (ou mais) para ser aprovado, cola no calendário para antever prazos e demandas da imprensa. Conciliar é mega importante para que não perca o timing de envio e disparo de material para os colegas das redações; e,

Radar ligado full time: ler, reler, assistir, ouvir, navegar, pesquisar, especialmente os meios de comunicação que cobrem a área do seu assessorado, vale não somente para a clipagem, mas para aumentar o reportório do assessor e ele se inteirar cada vez mais sobre o universo do cliente.

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