Preocupação ambiental atrai jornalistas especializados

25 de março de 2014

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O mundo jornalístico é repleto de oportunidades. É possível, após a formação e experiência na profissão, optar por determinadas áreas específicas para atuar. Para quem, desde cedo, sonha em contribuir para o meio-ambiente do planeta e noticiar suas mudanças, um bom caminho a seguir é o Jornalismo Ambiental.

O Jornalismo Ambiental é recente no mundo. Até meados dos anos 70, esta imprensa era muito censurada, pois ia de frente com os interesses econômicos da época, e não havia uma grande preocupação com a preservação do meio-ambiente. Somente após a Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente, em Estocolmo, e a Rio 92, as questões ambientais ganharam um espaço maior entre os jornalistas.

Uma das peculiaridades deste assunto jornalístico é que a reportagem pode conter uma visão crítica sobre o meio ambiente e os impactos sofridos, e não simplesmente apenas uma visão que noticia e citar catástrofes, por exemplo. A preservação da natureza é um assunto de interesse comum, e o profissional, neste caso, também pode dar a sua contribuição informando e alertando a sociedade sobre os perigos da devastação.

No Brasil, são destaques no Jornalismo Ambiental os profissionais André Trigueiro, Tânia Malheiros, Carlos Matsubara, Juarez Tosi, Ulisses Nenê e Sandra Franz Macuzzo. Os veículos de mídia tradicional impressos trazem uma abordagem esporádica de questões ambientais, sendo alguns portais online, como o EcoAgência, o Portal do Meio Ambiente e o Jornal do Meio Ambiente os mais conhecidos. Na televisão, se sobressaem os programas Globo Ecologia e Globo Mar, da TV Globo, e o Cidades e Soluções, do Globo News.

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Henry Carroll na FAPCOM

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