Aquecimento da bateria da FAPCOM

14 de outubro de 2017

 Por Camila Corsini e Letícia Ribeira


O barulho da Comunicoloucos, bateria formada por alunos e ex-alunos da FAPCOM, começou. É que rolaram os primeiros workshops no mês de setembro, para que os integrantes aprendessem a tocar os instrumentos, na Praça Ciro Pontes, localizada entre as ruas Bresser e Taquari, na Mooca.

Confira a reação dos integrantes desta iniciativa que visa incentivar a integração entre estudantes da faculdade e de outras instituições de ensino:

 

Rodrigo Costa, estudante do curso Relações Públicas

“Foi uma experiência rápida, porém muito bacana e só aguçou a vontade de ver a Bateria Comunicoloucos tocando na faculdade. Fazer parte deste projeto é o começo de um sonho”.

 

Anna Luiza, aluna do curso Publicidade e Propaganda

“Tenho muitos amigos que fazem parte de bateria em outras universidades e sempre acompanhei muito de perto. Eu achei que não tinha coordenação motora para continuar. Foi uma experiência muito diferente”.

 

Tatiane Gonsales, jornalista formada pela FAPCOM

“Eu acompanhava quando pequena os ensaios da Rosas de Ouro e achava incrível. Quando cobri o Carnaval, despertou ainda mais a vontade de ter isso de algum jeito na minha vida. Só que não fui atrás. Até me surgir o questionamento do porquê não termos uma Bateria Universitária, vendo tantas faculdades de comunicação com uma. Ver a integração, todo mundo junto por um mesmo sonho deu vontade de tentar. Foi diferente e difícil tocar caixa no começo, nem sabia pegar as baquetas. Mas ao me ver pegando o ritmo e todo mundo se divertindo aumentou o desejo de me aprimorar cada vez mais e ter um resultado único com todo mundo junto”.

 

Gabriela Coelho, estudante do curso Publicidade e Propaganda

“Estou muito feliz, pois sempre quis trocar um instrumento. Como não tive coordenação motora para os de corda, entrar na bateria foi um jeitinho que encontrei de viabilizar isso”.

 

Giovani Buselli, estudande do curso de Jornalismo

“No meu primeiro ensaio, cheguei no final e só pude, por isso, tocar um pouco de caixa, instrumento que já conhecia. No segundo ensaio, me arrisquei no repique. O Pedro, mestre da bateria que estava nos ajudando, me passou o andamento básico. Curti tanto que agora sou fã”.

 

Francielly Mendes, estudante do curso Publicidade e Propaganda

“Nunca foi fã de samba e escolas de bateria, mas sempre gostei de integrar, aprender e estar em conjunto com as pessoas. Quando surgiu a oportunidade da bateria, eu achei que poderia ser uma nova coisa para aprender, novo ritmo, novas amizades. Ao me perguntarem qual instrumento eu queria tocar, não tinha noção, afinal não conhecia nenhum, e me direcionaram para a caixa, e posso dizer que foi a primeira vez que eu acertei a ordem das notas, o ritmo. Foi incrível”.

Dá para acompanhar os próximos ensaios via Facebook. A inciativa dos dois workshops na Mooca foi em parceria com estudantes Engenharia da Universidade São Judas, integrantes da Bateria Insana.

Para participar da bateria como ritmista e embrazar, basta entrar em contato com o responsável e atual presidente, Rogério Ribeiro.

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