Grupo de voluntários escrevem cartas para migrantes

4 de janeiro de 2016

Francielly Mendes


A miscigenação é uma realidade no Brasil, especialmente em São Paulo onde há uma grande concentração de migrantes.

Pensando nisso, o coletivo “Estopô Balaio” convidou 15 voluntários a se reunirem por 8 meses no Brás, um dos bairros mais movimentados da cidade.

Os voluntários, em troca de uma história, escreviam cartas para quem os migrantes quisessem. Teve até carta para a presidente Dilma. “Cada encontro é uma vida inteira”, conta o artista Juão Nin, 26.

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As histórias eram repletas de emoção, saudade e memórias. “Quando as cartas são destinadas à televisão, me sinto mais responsável, porque é como se a pessoa pedisse um milagre. Mas sei que provavelmente a maior parte delas não será lida. É como colocar um sonho na jaula dos leões”, afirma a atriz Ana Carolina Marinho, 24.

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Com esta troca, todos saem ganhando. Os migrantes enviam suas cartas para seus entes queridos, e o projeto “Estopô Balaio” cresce cada vez mais. Com apenas 8 meses, o coletivo já atendeu inúmeras de histórias, felizes ou tristes, fazendo com que o projeto cresça cada vez mais.

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